A gentileza é uma qualidade natural de algumas pessoas, às quais gosto de chamar santos. A escassez de santos é a maior desgraça da Humanidade.
“A minha religião é muito simples. A minha religião é a gentileza.” (Dalai Lama)
“A gentileza é a linguagem que os surdos podem ouvir e os cegos podem ver.” (Autor desconhecido)
“A gentileza constante pode realizar muito. Tal como o sol derrete o gelo, a gentileza faz com que a incompreensão, a desconfiança e a hostilidade se evaporem.” (Albert Schweitzer)
“A gentileza é mais importante do que a sabedoria, e o reconhecimento disso é o princípio da sabedoria.” (Theodore Isaac Rubin)
“Uma parte da gentileza consiste em amar as pessoas mais do que elas merecem.” (Joseph Joubert)
“A gentileza é a essência da grandeza e a característica fundamental dos homens e mulheres mais nobres que conheci.” (Joseph B. Wirthlin)
“A gentileza é sempre geradora de gentileza.” (Sófocles)
“Amor e gentileza andam de mãos dadas.” (Marian Keyes)
“A minha filosofia é que o aspecto mais importante de qualquer religião deve ser a gentileza. E tentar aliviar o sofrimento dos outros. Tentar trazer luz e amor à vida da Humanidade.” (Steven Seagal)
“Compreendi que as coisas mais importantes são a ternura e a gentileza. Não consigo viver sem elas.” (Brigitte Bardot)
“Imaginem como o mundo seria diferente se todos falássemos com todos com respeito e gentileza.” (Holly Branson)
No blogue do Grupo Algar (brasileiro) encontrei as seguintes leis gerais da gentileza, cujo autor, Luiz Gabriel Tiago, é conhecido por Sr. Gentileza. Estas leis são uma boa orientação na prática desta virtude fundamental.
Lei do Respeito
Trate os outros com respeito, consideração e dignidade, independentemente de diferenças de opinião, origem ou características pessoais.
Lei da Tolerância
Aceite as diferenças e seja tolerante com as opiniões e estilos de vida dos outros. A gentileza floresce quando há espaço para diversidade.
Lei da Confiança
A confiança é a base de relacionamentos saudáveis e significativos. Ela cria um ambiente gentil, de segurança emocional, permitindo que as pessoas se abram e compartilhem as suas experiências, pensamentos e sentimentos.
Lei da Gratidão
Reconheça e agradeça as boas acções dos outros. A gratidão fortalece os laços sociais e cria um ciclo positivo de gentileza.
Lei do Perdão
Eis aqui um acto de gentileza que demonstra muita coragem. O perdão libera o peso emocional associado ao ressentimento, raiva e mágoa. Deixar de carregar esses fardos emocionais pode originar um senso renovado de leveza e paz interior.
Lei da Liberdade
A liberdade é uma condição essencial para a dignidade humana, o crescimento pessoal e o funcionamento saudável das sociedades. É um valor que transcende fronteiras culturais e é fundamental para a construção de um mundo mais gentil.
Lei da Intenção
A intenção está associada ao propósito ou objectivo que você tem ao realizar uma determinada acção. Ela norteia o seu comportamento. Por isso lembre-se sempre de examinar as suas intenções para ter uma vida mais gentil com os outros e com você mesmo(a).
Lei da Espiritualidade
Aqui, não estou falando de religião. A espiritualidade refere-se à busca de significado e propósito na vida. É uma jornada pessoal em que uma pessoa procura uma conexão mais profunda consigo mesma, com os outros, com o Universo ou com algo maior do que a própria existência. Trata-se de uma forma importante de exercer a gentileza consigo mesmo(a).
Lei da Generosidade
Seja generoso sem esperar nada em troca. Pequenos actos de gentileza, como realizar doações ou ajudar alguém com alguma actividade, oferecendo seu tempo, podem criar uma atmosfera bastante positiva.
Numa entrevista, Luiz Gabriel Tiago afirmou: “Ser gentil com quem é gentil é fácil, o desafio é ser gentil com aqueles que não o são. As pessoas mais hostis são as que mais precisam de gentileza. É preciso que alguém levante a bandeira branca”.
Luiz Tiago é o fundador da “Rede Mundial de Gentileza Pontinho de Luz”, um movimento global por um mundo mais pacífico.
No vídeo do Youtube intitulado “A Gentileza é um propósito que transforma” podemos apreciar o forte entusiasmo com que Luiz Tiago fala da gentileza.
No artigo “CIBERCULTURA – Experimentar Deus-Existência”, de Miguel Oliveira Panão (disponível da Internet), o autor afirma: “Deus não existe no sentido comum. Se Deus existisse, seria como qualquer outra realidade que existe. As reservas que tenho em conjugar as palavras “Deus existe” advêm de serem uma conjugação muito limitada para a Realidade-que-tudo-determina. O que me parece fazer mais sentido é afirmar que “Deus é Existência” (além de Deus é Amor, como nas Cartas de S. João). Porém, faz algum sentido perguntar se “a Existência existe?” Não creio. Sabemos pouco de Deus, mas se acolhermos esta possibilidade de contemplar Deus como a Existência que dá sentido a tudo, relacionamos corretamente “Existência” e “Deus”. A existência de Deus não faz sentido porque Deus é a existência. Se Deus é Existência, não faz sentido provar a sua existência, mas sim experimentar essa Existência.” Uma vez que Deus pertence ao domínio do inconcebível, nenhuma metáfora pode aumentar o nosso conheciment...
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