No vídeo do Youtube “Neurosurgeon’s Proof of an Immortal Soul”, o neurocirurgião Michael Egnor expõe as suas ideias sobre a mente humana. Ele é um dualista e por isso afirma que algumas capacidades da mente, nomeadamente a homeostase, o movimento, a percepção, a memória e a emoção, podem ser explicadas pela matéria do cérebro, mas que o pensamento abstracto e lógico, o livre-arbítrio e a moralidade exigem a intervenção da alma, que é a componente espiritual da mente. Na parte final do vídeo, o Dr. Egnor refere com algum detalhe as experiências de quase morte (EQM), em particular o caso de Pam Reynolds (vide Wikipedia: “Pam Reynolds case”) As ideias do Dr. Egnor são claramente expostas numa entrevista conduzida por John Zmirak e publicada no jornal online “Science and Culture Today” em três partes: Conversation with Dr. Egnor: Are We Meat Machines, and Why Does It Matter? Conversation with Dr. Egnor: Abstract Thought Comes from the Mind, Not the Brain Conversation with Dr. Egnor: Near-D...
Apresento a seguir o poema intitulado “A Marioneta”, do comediante mexicano Johnny Welch, que ele costuma usar nos seus espectáculos de ventriloquismo. “Se por um instante Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de pano e me desse um pedaço de vida, talvez eu não dissesse tudo o que penso, mas com certeza pensaria tudo o que digo. Eu daria valor às coisas não pelo seu valor intrínseco, mas sim pelo seu significado. Dormiria pouco e sonharia mais. Sei que a cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Eu caminharia enquanto os outros vagueiam; acordaria enquanto os outros dormem. Ouviria enquanto os outros falam, e como apreciaria um bom gelado de chocolate! Se Deus me concedesse um pedaço de vida, eu vestir-me-ia com simplicidade, atirar-me-ia de bruços sob o sol, expondo não só o meu corpo, mas também a minha alma. Meu Deus, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio no gelo e esperaria que o sol nascesse. Com um sonho de Van Gogh, pintaria nas estr...