Os judeus são menos de 0,2% da população mundial mas têm cerca de 22% de prémios Nobel. Assim, o número de prémios Nobel atribuídos a judeus está 11,25% acima da média. Este facto não tem uma explicação genética. Será apenas uma consequência de os judeus estarem convencidos de que são o “povo eleito” e assim os seus educadores procurarem convencê-los de que devem ser melhores do que todos os outros.
Os estímulos que se dão a uma criança têm uma grande influência no seu futuro. Se dermos a entender a um cidadão de etnia africana que ele pertence a uma raça inferior, isso dificultará muito o seu desenvolvimento.
Nenhuma visão do mundo está isenta de convicções erróneas mas os erros (crença num povo eleito ou em etnias inferiores) tanto podem ter consequências boas como más. Este é de facto um mundo muito estranho.
Por vezes, para salvar a vida, é necessário mentir, como aconteceu a São Pedro.
“O mundo em que vivemos chega a ser tão chocante ou impressionante que é difícil acreditar que existe.” (in “Perguntas frequentes sobre o Universo”, livro de Jorge Cham & Daniel Whiteson, p. 193)
O mundo parece-nos misterioso e absurdo porque a sua lógica é incognoscível.
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