Os mitos são construções mentais destinadas a favorecer os factos que nos agradam e a contrariar os que nos desagradam. Por dependerem da sensibilidade, não é possível dar-lhes um suporte lógico preciso. Exemplos de mitos: as pestes são castigos divinos; mito do terrorismo (todo aquele que usa da violência contra um opressor não é um terrorista).
Para dar sentido à sua existência e satisfazer a sua sensibilidade, o homem constrói narrativas (ficções, mitos) que não têm justificação lógica. Temos por exemplo os mitos judaicos do “Povo Eleito” e da “Terra Prometida”, o mito do paraíso e o mito de que as pessoas brancas são mais inteligentes do que as pretas.
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