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A superioridade de uma cultura, 2024-53

 

O senhor X disse: “há valores que são melhores do que outros”. Pois é, o senhor X pensa que os seus valores são melhores do que os do senhor Y. Mas quando os dois pontos de vista dependem muito das sensibilidades, é muito difícil que qualquer deles possa convencer o outro de que está errado. Quem defende convictamente uma cultura considera sempre inferiores as culturas que são muito diferentes. As culturas são diferentes porque evoluiram em circunstâncias históricas diferentes, que moldaram diferentemente a sensibilidade dos respectivos cidadãos.

 

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No artigo “CIBERCULTURA – Experimentar Deus-Existência”, de Miguel Oliveira Panão (disponível da Internet), o autor afirma: “Deus não existe no sentido comum. Se Deus existisse, seria como qualquer outra realidade que existe. As reservas que tenho em conjugar as palavras “Deus existe” advêm de serem uma conjugação muito limitada para a Realidade-que-tudo-determina. O que me parece fazer mais sentido é afirmar que “Deus é Existência” (além de Deus é Amor, como nas Cartas de S. João). Porém, faz algum sentido perguntar se “a Existência existe?” Não creio. Sabemos pouco de Deus, mas se acolhermos esta possibilidade de contemplar Deus como a Existência que dá sentido a tudo, relacionamos corretamente “Existência” e “Deus”. A existência de Deus não faz sentido porque Deus é a existência. Se Deus é Existência, não faz sentido provar a sua existência, mas sim experimentar essa Existência.” Uma vez que Deus pertence ao domínio do inconcebível, nenhuma metáfora pode aumentar o nosso conheciment...

Schopenhauer e Kastrup, 2025-47

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Futuro sombrio, 2025-49

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